Spoiler: a IA escreve seu código. A pergunta é se ela faz isso com um mapa — ou no escuro.
Sem spec, o agente alucina comportamento. Com spec, ele implementa exatamente o que foi pedido — nem mais, nem menos.
O Context Pack diz à IA quais arquivos ler. Ela não carrega o projeto inteiro pra trocar uma rota.
Arquivos permitidos e proibidos em cada spec. A IA não pode quebrar o que não devia tocar.
Menos contexto desnecessário = respostas mais rápidas e muito mais baratas.
Go 1.24 é o padrão. Quer Python? Node? Troca o perfil e segue o jogo.
RAG + MCP: cada spec antiga vira contexto recuperável pela própria IA.
Tire um e o castelo desaba. Mantenha os três e a IA vira sua melhor dev.
A spec é a fonte de verdade. Sem spec aprovada, sem código. Simples assim.
Máximo 8 arquivos por tarefa. A IA lê o necessário, não o universo.
Skills, APIs e regras em Markdown — legíveis por humano, agente e ferramenta.
A mesma tarefa, dois universos paralelos.
Dois eixos independentes. Clique e veja o scaffold mudar — sem tocar no tooling Python.
Centenas de specs? Sem problema. A IA encontra o que importa sozinha.
Cada spec é indexada no pgvector com embeddings multilíngues locais. Busca por significado, não por nome.
A IA chama search_specs() ao vivo durante a implementação. Contexto histórico na hora certa.
docker compose up -d e o Postgres + pgvector sobem na porta 5433. Pronto.
Aperte o botão e aprenda algo (divertido) sobre a S.A.F.A.
Trocar Go por outra linguagem é editar UMA linha no arqt.spec.
Digite o nome de uma feature e veja o comando + a pasta que o create_spec.py criaria.